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Prefeitura da Serra quer pegar R$ 100 milhões emprestados no Banestes

Administração de Weverson Meireles confirma determinação de pegar e usar a quantia, com garantia da União. Autorização foi aprovada na quarta (15) pela Câmara da Serra. Saiba como esse dinheiro será investido na cidade

Escrito por Vitor Vogas

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Weverson-Meireles, prefeito da Serra | Foto: Dayana-Souza

A Prefeitura da Serra decidiu pegar um empréstimo de até R$ 100 milhões junto ao Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). A administração do prefeito Weverson Meireles (PDT) pretende pegar e usar esse dinheiro ainda este ano, para fazer investimentos em obras estruturantes de mobilidade urbana na cidade.

Na noite de quarta-feira (15), a Câmara Municipal da Serra aprovou em plenário, em sessão extraordinária, projeto de lei enviado pelo prefeito, autorizando a prefeitura a realizar a operação de crédito com o banco estadual.

O projeto foi aprovado a unanimidade, com todos os vereadores presentes.

A assessoria da Prefeitura da Serra confirmou que o empréstimo será contratado e a verba será investida ainda este ano em obras de mobilidade (ainda não especificadas). A título de exemplo, a prefeitura cita obras como o Binário de Feu Rosa e a rotatória próxima ao Hospital Dório Silva, ambas realizadas com recursos provenientes de outras operações de crédito.

O empréstimo com o Banestes será contraído com a garantia da União, no âmbito do Programa Crescer Cidades.

O projeto de lei de Weverson, aprovado no plenário da Câmara, autoriza a contratação do financiamento de até R$ 100 milhões junto ao Banestes e, ao mesmo tempo, revoga a Lei Municipal nº 6.169/2025.

A lei agora revogada, também proposta pela gestão de Weverson, autorizava a Prefeitura da Serra “a contratar operação de crédito junto a instituição financeira nacional de sua escolha, com ou sem a garantia da União, até o valor de R$ 400 milhões”.

De acordo com a assessoria, a Prefeitura da Serra não chegou a se valer desse empréstimo autorizado no ano passado.

Em resumo, a prefeitura antes pretendia pegar até R$ 400 milhões emprestados, “com ou sem a garantia da União”, junto a um banco nacional de sua preferência (algo insólito na gestão pública). Mas desistiu de seguir esse caminho.

Agora, em vez disso, a prefeitura tomará até R$ 100 milhões emprestados, com garantia certa da União, junto a um banco pré-determinado: o Banestes.

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