Fiscalização flagra carga irregular de R$ 500 mil no ES

Fiscalização encontra 572 sacas de conilon sem documentação em operação no norte do estado

Escrito por Redação

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Uma carga de café avaliada em mais de R$ 500 mil foi flagrada sem documentação fiscal durante uma fiscalização no norte do Espírito Santo. A irregularidade foi identificada na quarta-feira (29), no município de Pinheiros, durante uma operação da Secretaria da Fazenda do Espírito Santo.

A ação fez parte de uma série de fiscalizações volantes realizadas também em Montanha, Ponto Belo e Mucurici, com foco no transporte de mercadorias, especialmente produtos agrícolas em período de colheita.

Abordagem e irregularidade

Durante uma das abordagens, auditores fiscais identificaram um caminhão transportando 572 sacas de café conilon sem a documentação exigida por lei. A carga foi avaliada em mais de R$ 500 mil.

A situação resultou na autuação do contribuinte, com cobrança de imposto e multa que somaram cerca de R$ 241 mil. Segundo a Sefaz, o valor foi recolhido integralmente.

Fiscalização em campo

O auditor fiscal André Gomes Santana destaca que a presença das equipes em campo é essencial para coibir irregularidades e evitar perdas de arrecadação. Segundo ele, “se os auditores fiscais da Receita Estadual não estivessem em campo, naquele momento e local, a sonegação de um montante robusto teria se concretizado, gerando um enorme prejuízo à sociedade, que deixaria de contar com esses recursos para serviços e investimentos públicos”.

A operação foi conduzida por auditores da Subgerência Fiscal da Região Nordeste.

Novas ações previstas

O subgerente fiscal da Região Nordeste, Orlando Anastácio, afirma que novas fiscalizações serão realizadas ao longo do ano, incluindo municípios mais distantes da sede regional. Ele diz que “a Receita Estadual está atenta às demandas de fiscalização e, neste ano, realizaremos diversas ações nesses municípios mais distantes, reforçando a presença do Fisco para garantir o cumprimento da legislação, recuperar tributos devidos aos cofres públicos e promover um ambiente de negócios mais justo e leal aos contribuintes”.

As operações devem continuar em diferentes regiões do estado.

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