O Banestes comunicou ao mercado a nova composição de sua administração para o mandato de 2026 a 2028. A principal mudança é a nomeação de Carlos Artur Hauschild como diretor-presidente da instituição.
A escolha foi feita pelo acionista majoritário do banco, o Governo do Estado do Espírito Santo. Hauschild já integrava a diretoria desde 2019, tendo passado pelas áreas de Riscos e Controle e, mais recentemente, pela Diretoria de Negócios e Recuperação de Ativos — função que continuará acumulando temporariamente até a definição de um substituto.
Ao assumir o novo cargo, o executivo destacou a continuidade da estratégia da instituição. “Assumo com grande satisfação e entusiasmo a função de liderar esse time que tanto admiro e me orgulho de fazer parte, tendo como um dos principais compromissos a continuidade da estratégia que vem sendo desenvolvida com excelência ao longo destes anos. Não trata-se de uma vitória pessoal, mas sim coletiva”, afirmou.
Mudanças na diretoria
Além da presidência, o banco também promoveu alterações em outras áreas da diretoria executiva. A Diretoria de Administração passa a ser comandada por Fernando Valli Cardoso, que antes respondia pela Diretoria de Rede. Com a mudança, a área de Rede será liderada por Rafael Zibetti, até então superintendente da Regional Sul.
As demais diretorias permanecem sem alterações. Seguem nos cargos Joseane de Fátima Geraldo Zoghbi (Riscos e Controle), Marcos Vinícius Nunes Montes (Meios de Pagamento e Distribuição de Investimentos), Silvio Henrique Brunoro Grillo (Relações com Investidores e Finanças) e Vicente Lopes Duarte (Tecnologia).
Conselho de Administração
O Conselho de Administração também foi definido para o novo ciclo. Maelcio Maurício Soares assume como presidente do colegiado, na condição de membro independente. Completam o grupo os conselheiros Carlos Artur Hauschild, João Luiz Pereira de Oliveira, José Marcos Travaglia, José Roberto Macedo Fontes, Katya Elvira Paste, Marcello Rinaldi e Sebastião José Balarini.
Validação e regras
De acordo com o banco, as mudanças seguem as normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os mandatos passam a valer após a homologação dos nomes pelo Banco Central do Brasil.
A instituição afirmou ainda que mantém o compromisso com práticas de governança corporativa e transparência junto ao mercado e investidores.


