A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (26) uma operação para investigar pessoas envolvidas na confusão registrada durante um evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, em maio.
A ação, chamada Operação Vanguarda, contou com apoio das polícias Civil e Militar e teve como objetivo avançar na investigação sobre agressões contra agentes federais que faziam a segurança do evento.
A pancadaria aconteceu no dia 21 de maio de 2026, durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, evento que reuniu representantes de diferentes grupos culturais e povos indígenas. Na ocasião, policiais federais que trabalhavam na segurança presidencial foram agredidos.
Buscas e apreensões
Nesta sexta, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Aracruz. Mais de 70 policiais federais participaram da operação. Celulares e outros materiais foram apreendidos e vão passar por análise para ajudar a entender o que aconteceu.
Segundo a investigação, os envolvidos podem responder por crimes como agressão contra agente de segurança e resistência com violência.
Imagens feitas no dia do evento mostram o momento da confusão. Um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) aparece sendo agredido enquanto tentava conter um grupo indígena que tentou subir ao palco onde estavam autoridades. Nas imagens, o agente aparece ferido na cabeça. Testemunhas relataram que objetos semelhantes a um machado teriam sido usados na agressão.
A Polícia Federal segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos e esclarecer os detalhes do episódio.


