O número de pessoas infectadas pela varíola dos macacos no Espírito Santo chegou a 95. O aumento é de sete casos desde a última sexta-feira (07), quando foi divulgado o último boletim epidemiológico da Secretaria estadual de Saúde (Sesa).
O documento aponta 73 novas notificações, totalizando 717. As cidades que apresentaram novos registros foram Vila Velha (2), Vitória (2), Serra (1) e Viana (1). Ainda segundo a pasta, 483 suspeitas foram descartadas e 139 estão sob análise.
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As principais faixas etárias atingidas pela doença no estado são: 20 a 29 anos (36); 30 a 39 (33); 40 a 49 (13); 10 a 19 (5); 50 a 59 (3); 05 a 09 (3); 60 a 69 (1); e 0 a 04 (1). No Brasil, 7.490 pessoas já tiveram contato com a doença, de acordo com o Ministério da Saúde.
Principais Sintomas
Segundo a Sesa, os principais sintomas sentidos por quem enfrenta a varíola dos macacos no Espírito Santo são: erupção cutânea (90), febre súbita (60), cefaleia (46), dor de garganta (31), astenia (31), adenomegalia (26), dor muscular (28), artralgia (17).
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Saiba como prevenir e reduzir o risco de transmissão
O contato íntimo – que inclui relações sexuais -, de pele com pele, com lesões de pessoas contaminadas, é apontado como a principal forma de transmissão da varíola dos macacos no surto atual, conforme especialistas. Beijar, abraçar e, principalmente, ter relações sexuais com pessoas com diagnóstico positivo, são consideradas atividades de risco e devem ser evitadas.
Porém, medidas como uso de máscaras e preservativos, higienização de mãos e o não compartilhamento dos chamados fômites (objetos capazes de transportar patógenos, como lençóis e toalhas) também podem ajudar a evitar a contaminação. Isso porque, explicam, outras formas de transmissão são conhecidas ou estão sendo estudadas.


