Uma professora da Rede Estadual de Ensino do Espírito Santo foi demitida após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que apurou irregularidades na contratação. A decisão foi confirmada pela Secretaria da Educação (Sedu).
De acordo com a investigação, a professora apresentou documentos acadêmicos falsos para garantir a contratação temporária na rede pública estadual. Com a comprovação da fraude, além da demissão, foi aplicada a penalidade de incompatibilidade para assumir cargos ou funções públicas estaduais pelo período de três anos e sete meses.
A Sedu informou que adotou todas as medidas administrativas cabíveis com celeridade e responsabilidade. O caso também foi encaminhado ao Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), que poderá dar sequência às providências na esfera judicial.
Em nota, a secretaria reforçou o compromisso com a legalidade, a transparência e a integridade na gestão da educação pública, e destacou que não compactua com qualquer tipo de irregularidade nos processos de contratação.
Veja a nota na íntegra:
A Secretaria da Educação (Sedu) informa que o caso envolvendo a ex-servidora em questão foi rigorosamente apurado por meio de Processo Administrativo Disciplinar, que confirmou o uso de documentos acadêmicos falsos para a contratação temporária na Rede Estadual de Ensino. Como resultado, foi aplicada a penalidade de incompatibilidade para nova investidura em cargo ou função pública estadual pelo período de 3 anos e 7 meses.
A Sedu destaca, ainda, que adotou todas as medidas administrativas cabíveis com celeridade e responsabilidade, incluindo o encaminhamento do caso ao Ministério Público do Estado do Espírito Santo, e reforça seu compromisso com a legalidade, a transparência e a integridade na gestão da Rede Pública Estadual de Ensino, não compactuando com qualquer irregularidade.


