Uma crocheteira da Serra viu na Copa uma oportunidade de desenvolver seu trabalho com as peças de crochê. Adriana Rocha produz brincos, colares, acessórios para cabelo, croppeds, biquínis, chinelos e até adereços para os doguinhos em sua própria casa, que se transformou em um verdadeiro ateliê.
Cabelereira há mais de 20 anos, ela teve que diminuir o ritmo de trabalho com as clientes por conta de alguns problemas de saúde. Foi aí que o crocê ganhou espaço, não somente como fonte de renda, mas também como uma terapia.
“Cada dia que passa eu quero fazer mais, comecei há pouco tempo, um ano é muito pouco, e eu vou me aperfeiçoando, fazendo e aprendendo outras técnicas”, contou Adriana. Apaixonada pela produção de roupas infantis, ela define o processo como libertador.
Para ela, a Copa veio para ajudar e muito. “Eu não esperava, fico procurando nas redes sociais os modelos, as medidas. Eu estou com bastante encomenda, vou para o churrasquinho do meu marido e faço várias vendas”, destacou.

Adriana ainda pretende abrir uma barraquinha para expor seus produtos. Entre os principais pedidos estão peças como a frente única, que é versátil e pode ser usada por mais de cinco formas. “Dá pra usar na cabeça, na cintura, de um lado, do outro, é muito versátil então dá pra ficar diferente em cada jogo”, acrescentou ela. A crocheteira ainda aposta em peças nada convencionais, como presilhas de cabelo, colares, brincos e até lenços para que os doguinhos estejam no clima da copa junto com seus donos.


