A futura Cidade do Samba de Vitória teve o projeto ampliado e agora vai contar com 10 galpões destinados às escolas de samba do Grupo Especial. A novidade foi anunciada pela prefeita Cris Samorini e pelo presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial (Liesge), Edson Neto.
Inicialmente, o espaço previa sete barracões, número correspondente às escolas filiadas à liga na época em que a proposta foi criada. Com a ampliação, todas as agremiações do Grupo Especial serão contempladas.
A Cidade do Samba será construída no bairro Mário Cypreste, ao lado do Sambão do Povo, tradicional palco dos desfiles carnavalescos da capital.
Os galpões serão usados para produção de alegorias e fantasias, armazenamento de materiais e preparação dos desfiles ao longo de todo o ano. A proposta é oferecer mais estrutura e organização para os bastidores do carnaval capixaba.
“Um espaço planejado para dar mais organização, segurança e dignidade a quem faz o nosso carnaval acontecer, além de fortalecer a cultura e valorizar ainda mais as nossas escolas. Também é geração de emprego, renda e incentivo à economia criativa, com impacto direto no turismo e no desenvolvimento da cidade. É investimento que vira legado. O carnaval de Vitória está entrando em um novo nível!”, destacou a prefeita.
O investimento previsto para a obra é de R$ 51 milhões. O prazo total de execução será de 630 dias, sendo cerca de seis meses para elaboração do projeto e aproximadamente 450 dias para a construção.

Além de atender às escolas de samba, a Cidade do Samba também deve funcionar como novo polo cultural e turístico de Vitória. A expectativa é que o espaço fortaleça a economia ligada ao carnaval, gere empregos e amplie a visibilidade nacional da festa capixaba.
Para integrantes das agremiações, o projeto representa o fim de dificuldades históricas enfrentadas na preparação dos desfiles e marca um avanço na valorização do trabalho realizado nos bastidores.


