De acordo com a Polícia Civil, a suspeita prestou esclarecimentos e foi liberada. A corporação destacou que a legislação brasileira prevê a prisão de suspeitos apenas em casos de flagrante delito ou mediante mandado judicial. “No caso em questão, nenhuma dessas situações se configurou. O caso segue sob investigação”, informou a nota.
Publicações recentes nas redes sociais da suspeita mostram que ela está envolvida em uma disputa pela guarda de uma criança. Nos textos, ela afirma que enfrenta conflitos relacionados à filha e relata dificuldades no processo.
Publicação feita no Facebook. Foto: Reprodução
Em conversa com a equipe de reportagem da TV Sim/SBT, a mulher declarou que “o pai estava com a filha” e disse que não sabe “onde eles estão”. As afirmações são dela e fazem parte das manifestações públicas que viralizaram após o caso.
Igreja registrou ocorrência
A Arquidiocese de Vitória informou que nenhum objeto foi roubado e que registrou boletim de ocorrência após a depredação. Dom Ângelo Mezzari acompanha o caso desde o início.