O Espírito Santo fechou o mês de julho de 2025 com o menor número de homicídios desde 1996. Nos primeiros sete meses do ano, foram registrados 443 assassinatos no Estado, uma redução de 15,8% em comparação aos 526 homicídios do mesmo período em 2024.
Somente em julho, o Estado contabilizou 65 homicídios, o que representa uma queda de 29% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando ocorreram 90 assassinatos. A diminuição dos homicídios foi observada em todas as regiões do Espírito Santo:
– Metropolitana: queda de 13,1%
– Norte: queda de 10,3%
– Sul: queda de 24,5%
– Noroeste: queda de 17,5%
– Serrana: queda de 38,7%
O governador Renato Casagrande atribuiu a redução à eficácia do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, ressaltando que a política de segurança está sendo implementada de forma abrangente em todo o Estado. “Estamos sempre em constante evolução das nossas ações, trazendo novidades, como os Totens de Segurança que começaram a ser instalados nesta semana”, afirmou Casagrande.
O vice-governador e coordenador do programa, Ricardo Ferraço, destacou a importância do trabalho contínuo das forças de segurança. “A Segurança Pública é um desafio que exige muito trabalho. É um trabalho de todo dia. Vamos seguir em frente, trabalhando sempre para fazer do Espírito Santo um dos estados mais seguros do Brasil”, declarou Ferraço.
Outro dado positivo é a significativa redução dos feminicídios no Espírito Santo. De janeiro a julho de 2025, foram registrados 16 casos, contra 27 no mesmo período do ano passado, resultando em uma queda de 40,7%. O Mapa da Paz do Observatório da Segurança Pública aponta que a região Metropolitana já está há mais de 60 dias sem registro de feminicídio, com apenas um caso registrado em julho.
O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Leonardo Damasceno, afirmou que os esforços para reduzir a criminalidade violenta continuarão a ser intensificados. “Vamos em busca de mais quedas e de mais sensação de segurança para a população capixaba. O trabalho de combate ao crime vai aumentar”, concluiu Damasceno.


