Dinheiro esquecido do PIS/Pasep começa a ser liberado

Ao todo, o calendário prevê 13 rodadas de pagamento, com depósitos programados até janeiro de 2027

Escrito por Redação

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Foto: Divulgação

Trabalhadores que têm valores a receber do antigo fundo PIS/Pasep começam a ser contemplados nesta quinta-feira (25) com o pagamento do sexto lote de ressarcimento. Nesta etapa, entram os beneficiários que fizeram a solicitação até o dia 31 de maio.

Ao todo, o calendário prevê 13 rodadas de pagamento, com depósitos programados até janeiro de 2027.

Os valores são referentes a cotas do antigo fundo PIS/Pasep, formado entre 1971 e 1988. Após a extinção do programa, os recursos que ainda estavam em contas vinculadas ao FGTS foram transferidos para a conta única do Tesouro Nacional.

Desde 2023, esses valores passaram a ser considerados “esquecidos” e podem ser resgatados pelos trabalhadores ou seus herdeiros, dentro de um prazo limite. Caso não haja solicitação dentro do período de cinco anos, o dinheiro é incorporado de forma definitiva ao Tesouro e deixa de estar disponível para saque.

Neste ano, o prazo final para pedir o ressarcimento é 31 de dezembro.

Como consultar se há valores a receber

A verificação pode ser feita pelo sistema Repis Cidadão, do Ministério da Fazenda, ou pelo aplicativo FGTS.

No site, o usuário precisa acessar a plataforma, entrar com login gov.br (nível prata ou ouro) e autorizar o acesso aos dados. Caso existam valores vinculados ao CPF, o sistema apresenta as informações automaticamente.

No aplicativo FGTS, o caminho é feito pelo menu “Ressarcimento PIS/Pasep”, onde o usuário pode consultar se há saldo disponível ou se está apto a solicitar o benefício.

Como solicitar o saque

Após a consulta, o pedido pode ser feito diretamente pelo aplicativo FGTS ou em agências da Caixa Econômica Federal.

Herdeiros também têm direito ao saque, desde que apresentem documentação que comprove vínculo com o titular, como certidão de dependentes da Previdência Social, declaração de habilitação à pensão ou autorização judicial assinada pelos sucessores.

Segundo a Caixa, o pagamento é feito por crédito em conta bancária do titular ou em Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente sem custos.

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