Além do Divã
Levar uma criança ao psicólogo não é um atestado de fracasso familiar, mas um sinal de amor
Foto de Alexandre Vieira Brito

Alexandre Vieira Brito

Alexandre Vieira Brito é psicólogo e mestre em Psicologia Institucional pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Possui especialização em Filosofia e Psicanálise pela Ufes, bem como em Políticas Públicas e Socioeducação pela Universidade de Brasília (UnB). Possui experiência em saúde mental, formação profissional, políticas públicas e socioeducação. Realiza atendimento clínico desde 2010. Também é professor universitário e palestrante, articulando a psicologia em suas interfaces com outros saberes.
Criança no psicólogo. Foto: FreePik
Criança no psicólogo. Foto: FreePik

 

Alguns pais e mães evitam os psicólogos, e neste texto vou destacar apenas dois motivos:

a) Seja por acreditarem que serão julgados ou se sentirão culpados por algum problema dos filhos;

b) Ou por pensarem que ir ao psicólogo é um atestado de que não são bons o suficiente!

No entanto, essas hipóteses são baseadas numa cobrança exagerada para que os pais sejam perfeitos! E isso só agrava a situação familiar.

Como consequência, por não alcançarem a perfeição acabam se sentindo culpados ou julgados.

Alguns pais ainda sentem medo do que um tratamento psicológico pode “despertar” ou causar nos seus filhos.

Mas, para acalmar o coração dos pais, saibam que o tratamento psicológico tem um objetivo: a felicidade e saúde mental de seus filhos!

E, em geral, os pais também são acolhidos e se beneficiam do tratamento, tirando grandes pesos das costas.

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