Prédio da loja Celga, na Praia do Canto, vai a leilão; veja o valor
Escrito por Redação

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O prédio onde funciona a tradicional loja Celga, na Praia do Canto, em Vitória, será leiloado com lance mínimo de R$ 12 milhões. O imóvel, de 715,60 metros quadrados e três pavimentos, está localizado na Rua Aleixo Neto, esquina com a Rua Eugênio Neto.

O leilão é realizado pela Justiça Estadual de Vitória, por meio da 2ª Vara da Fazenda Pública Privativa de Execuções Fiscais Municipais. O primeiro encerramento está marcado para 02 de março, às 9 horas. O segundo ocorre no mesmo dia, às 11 horas.

Imóvel e avaliação

O edifício comercial, identificado como Edifício “Celga Cruz”, está matriculado sob o nº 21.357 no Cartório de Registro de Imóveis da 2ª Zona de Vitória. A área total construída é de 715,60 m².

A avaliação judicial fixa o valor em R$ 12 milhões. No primeiro leilão, o lance mínimo deve ser igual ou superior a esse valor. Caso não haja arrematação, o imóvel segue para a segunda etapa, quando o lance mínimo pode cair para R$ 6 milhões, conforme previsto no edital.

O imóvel poderá ser parcelado, com entrada de 25% e o restante em até 30 meses, mediante condições estabelecidas no edital. Lances à vista têm preferência, desde que igualem o maior valor ofertado.

Venda direta

Caso não haja arrematação, o bem será disponibilizado em venda direta. O primeiro ciclo ocorre na terça-feira (17), com encerramento às 16 horas. Os demais ciclos estão previstos para 1º de abril, 16 de abril e 4 de maio, todos com encerramento às 16 horas.

Interessados devem realizar cadastro prévio no site da leiloeira responsável. A orientação é que o envio da documentação ocorra com pelo menos 24 horas de antecedência.

Imóveis com valor igual ou superior a R$ 2 milhões exigem habilitação especial. Nesses casos, é necessário encaminhar termo de responsabilidade à equipe do leiloeiro.

História da Celga

A loja Celga é um armarinho tradicional da Praia do Canto, conhecido pela venda de itens de costura e artesanato. O comerciante Paulo Celga, fundador do negócio, morreu em fevereiro de 2018. A esposa dele, Márcia Celga, também à frente da loja, morreu aos 67 anos, em dezembro de 2023.

Aberta na década de 1970, a loja segue em funcionamento no bairro, mesmo com o imóvel incluído no leilão judicial.

Segundo o edital, “caso haja alguma divergência entre a foto e o bem penhorado, fica valendo o bem constante na descrição do edital”.

Os lances podem ser feitos de forma eletrônica, conforme as regras estabelecidas pela leiloeira.

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