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Advogado capixaba faz “remada viking” com torcida da Noruega

Em clima de Mundial, Luis Gustavo se juntou aos noruegueses na Times Square e participou do ritual que virou símbolo da seleção liderada por Haaland

A Copa do Mundo de 2026 tem proporcionado encontros inusitados entre torcedores de diferentes nacionalidades. Um desses momentos aconteceu em plena Times Square, em Nova York, onde o advogado capixaba Luis Gustavo Narciso se juntou à torcida da Noruega e participou de uma das celebrações mais tradicionais do país escandinavo: a chamada “remada viking”.

Em meio a centenas de noruegueses vestidos de vermelho, branco e azul, o capixaba entrou na brincadeira que simula uma embarcação viking avançando em alto-mar, e claro, com a camisa da seleção brasileira.

A tradição é comum entre torcedores da Noruega em grandes eventos esportivos. Durante a celebração, os participantes se posicionam em filas, sentam-se no chão e realizam movimentos sincronizados, imitando o ato de remar. O ritual faz referência aos lendários navegadores vikings, figuras históricas que marcaram a identidade cultural dos países nórdicos.

Festa tomou conta da Times Square

A movimentação aconteceu nos arredores da Times Square, um dos pontos de encontro mais procurados por torcedores durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos. Com bandeiras, músicas e cantos típicos, os noruegueses transformaram o local em uma verdadeira extensão das arquibancadas.

Mesmo sem ter ligação com a Noruega, o advogado capixaba acabou sendo incorporado à festa e participou da remada ao lado dos europeus. O momento foi registrado em vídeo e rapidamente ganhou repercussão entre amigos e seguidores nas redes sociais.

No jogo desta segunda-feira (22), em que a Noruega venceu a seleção de Senegal por 3 a 2, os jogadores também se reuniram no campo para realizar a “remada viking”. O atacante Erling Haaland, autor de dois gols na partida, se juntou ao elenco ao lado do capitão Martin Ødegaard, do Arsenal, e iniciou o tradicional batuque. Sentados no chão, jogadores e torcedores movimentaram os braços em sincronia, como se estivessem conduzindo um antigo barco pelos mares.

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