Inovação
Plastinação e inovação científica no Museu de Ciências da Vida na Ufes
Foto de Evandro Milet

Evandro Milet

Evandro Milet é consultor, palestrante e articulista sobre tendências e estratégias para negócios inovadores. Possui Mestrado em Informática(PUC/RJ) e MBA em Administração(FGV/RJ). É Conselheiro de Administração pelo IBGC, Membro da Academia Brasileira da Qualidade-ABQ, Membro do Conselho de Curadores do Ibef/ES e membro do Conselho de Política Industrial e Inovação da Findes. Foi Presidente da Dataprev, Diretor da Finep e do Sebrae/ES, Conselheiro do Serpro e Banestes. Tem extensa atuação como empresário, executivo e consultor em inovação, estratégia, gestão e qualidade, além de investidor e mentor de startups, principalmente deeptechs. Tem participação em programas de rádio e TV sobre inovação. É atualmente Presidente do Cdmec-Centro Capixaba de Desenvolvimento Metal-Mecânico.
Athelson Bittencourt, coordenador do Museu de Ciência da Vida da Ufes. Foto: Larissa de Angelo
Athelson Bittencourt, coordenador do Museu de Ciências da Vida da Ufes. Foto: Larissa de Angelo

Athelson Bittencourt, coordenador do Museu de Ciências da Vida da Ufes e professor de Anatomia Humana, foi o convidado do quadro “Inovação”, exibido às terças-feiras no programa “EStúdio 360, 2ª edição”, da TV Capixaba/Band. O Museu de Ciências da Vida é um espaço que se destaca por sua abordagem na divulgação do conhecimento científico. Localizado no Campus de Goiabeiras, o museu está vinculado ao laboratório de plastinação, uma das técnicas mais inovadoras para preservação do tecido humano.

A plastinação é uma técnica que veio da Alemanha e faz com que haja a substituição da água dos tecidos por um plástico. O corpo apresenta cerca de 70% de água, e ao fazer essa mudança, deixando o plástico seco, ele não mais se desintegra. Esse modelo faz com que ocorra uma preservação dos tecidos biológicos.

Com uma equipe composta por aproximadamente 70 pessoas, entre técnicos, professores universitários e alunos de graduação e pós-graduação, o museu funciona como um espaço colaborativo onde o ensino, a pesquisa e a extensão se entrelaçam. O aluno, ao ajudar em um projeto desse, ele se forma e ganha experiência, além de contribuir para a sociedade.

O museu oferece uma variedade de atividades educacionais, desde aulas de matemática até cursos de desenho de anatomia, integrando-se às necessidades educacionais da comunidade em geral. É um local que busca promover o entendimento e a apreciação da ciência em todas as suas formas.

A visita ao museu é uma experiência enriquecedora, especialmente para escolas e grupos educacionais. O museu recebe em torno de 30 mil visitantes por ano, com cerca de 500 grupos escolares. A maioria desses grupos é composta por alunos de escolas públicas, representando um esforço significativo em democratizar o acesso ao conhecimento científico.

Para quem deseja visitar, o museu está aberto de terça a sexta-feira, das 08h30 às 12h e 14h às 17h30. Nos sábados, o funcionamento acontece das 9h às 13h. Para grupos maiores, é recomendável que seja feita uma reserva através do site oficial do museu.

Leia também

Privacidade

Para melhorar a sua navegação, nós utilizamos Cookies e tecnologias semelhantes.
Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.