Inovação
Doces Fardin: fábrica do ES chega a produzir 11 toneladas por dia
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Evandro Milet

Evandro Milet é consultor, palestrante e articulista sobre tendências e estratégias para negócios inovadores. Possui Mestrado em Informática(PUC/RJ) e MBA em Administração(FGV/RJ). É Conselheiro de Administração pelo IBGC, Membro da Academia Brasileira da Qualidade-ABQ, Membro do Conselho de Curadores do Ibef/ES e membro do Conselho de Política Industrial e Inovação da Findes. Foi Presidente da Dataprev, Diretor da Finep e do Sebrae/ES, Conselheiro do Serpro e Banestes. Tem extensa atuação como empresário, executivo e consultor em inovação, estratégia, gestão e qualidade, além de investidor e mentor de startups, principalmente deeptechs. Tem participação em programas de rádio e TV sobre inovação. É atualmente Presidente do Cdmec-Centro Capixaba de Desenvolvimento Metal-Mecânico.
Romildo Fardin, CEO da Fardin Alimentos. Foto: Larissa de Angelo

Romildo Fardin, CEO da Fardin Alimentos, foi o convidado do quadro “Inovação”, exibido às terças-feiras no programa “EStúdio 360, 2ª edição”, da TV Capixaba/Band.

A história da empresa começa em 2004, quando a família começou a fazer doces de banana ainda em casa. Juntos, eles foram crescendo e nunca mais pararam de expandir. O foco deles é trabalhar sempre valorizando a agricultura local.

Desde a criação da empresa, houve a necessidade de parcerias com produtores. Atualmente, são 133 famílias que produzem bananas exclusivamente para a empresa. Além dos produtores, ainda são 120 funcionários trabalhando diretamente na empresa.

No verão, a banana produz três vezes mais do que o inverno. Com isso, eles fazem adaptações para conseguir estocar a fruta, deixando-a com qualidade, para fazer os produtos na época em que a produção da banana seja baixa.

A fábrica tem uma média de sete toneladas diárias, com meta de chegar a 11 toneladas por dia ainda em fevereiro. Metade da produção é destinada ao Espírito Santo, os outros 50% são enviados para o Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Estados Unidos. A grande maioria das máquinas são feitas a partir de parcerias para criar equipamentos que beneficiem a produção.

Na produção, eles não utilizam a casca da banana. Por isso, com uma parceria com a Emprapa e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi desenvolvido um produto e um projeto para fazer a silagem da casca, prática de armazenamento de forragem, que serve de alimento para animais, principalmente gado.

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