Alberto Ferreira de Souza, professor emérito da Universidade Federal do Espírito Santo, foi o convidado do quadro “Inovação”, exibido às terças-feiras no programa “EStúdio 360, 2ª edição”, da TV Capixaba/Band. As novas inteligências artificiais (IA) estão oferecendo uma imitação do cérebro humano numa capacidade que viabiliza informações das mais diversas para as pessoas. A personalização das IA mostram que é possível que uma máquina tenha intuição, faça trabalhos artísticos e até tenham sentimentos.
Mesmo com debates, existe algo que ninguém discorda: que a imitação é muito bem feita. A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, mesmo já tendo uma grande tecnologia, segue trabalhando para aprimorar essas “sensações” da IA. Ao mesmo tempo que traz muitos impactos positivos, ainda existem problemas gerados pelo surgimento dessas tecnologias. A possibilidade de produzir vídeos fakes com personalidades falando sobre algum assunto polêmico é algo que preocupa por poder enganar quem consome aquele conteúdo.
Quanto ao futuro da IA, são os multimodais que devem aparecer para auxiliar até dentro de casa. Isso porque com o treinamento dessas inteligências, os textos, imagens e vídeos já são produzidos de boa qualidade e agora, os pesquisadores buscam passar essas informações para robôs. Além disso, o ChatGPT pode acabar virando um real concorrente dos buscadores de informações, como o Google, principalmente pela maneira como cada um desses apresenta os dados encontrados.





