Ponte no ES será interditada para obra de R$ 1,5 milhão
Escrito por Rodrigo Gonçalves

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Ponte sobre o Rio Pancas, no distrito de Ângelo Frechiani, em Colatina
Ponte sobre o Rio Pancas, no distrito de Ângelo Frechiani, em Colatina. Foto: Divulgação
A ponte sobre o Rio Pancas, no distrito de Ângelo Frechiani, em Colatina, será interditada a partir do dia 21 de julho para obras de reforma completa. A medida, segundo a Secretaria Municipal de Obras, é necessária para garantir a segurança da população e dos trabalhadores durante a execução do serviço. Com investimento estimado em R$ 1,5 milhão, a obra envolve intervenções estruturais profundas na pista de rolamento, o que impede a circulação de veículos e pedestres durante o período dos trabalhos. A previsão inicial é de que a ponte fique totalmente interditada por cerca de 30 dias — prazo que pode sofrer alterações dependendo das condições climáticas.

Trânsito será desviado pela Ponte da Balança

Para evitar transtornos no tráfego local, a prefeitura orienta que motoristas e pedestres utilizem rotas alternativas. A principal opção indicada é o desvio pelas vias que dão acesso à Ponte da Balança. Sinalizações e placas informativas serão instaladas nos principais pontos de entrada e saída do distrito. A reforma da ponte é considerada uma obra de infraestrutura essencial para a mobilidade na região e busca garantir maior durabilidade e segurança para os moradores de Ângelo Frechiani e entorno.

Segurança e mobilidade

A ponte sobre o Rio Pancas é um importante elo de ligação para os moradores do interior de Colatina. A estrutura atual apresenta desgaste visível e vinha sendo alvo de reivindicações da comunidade local. Com a reforma, a expectativa é melhorar o fluxo de veículos e o deslocamento de quem depende da travessia diariamente. A Secretaria de Obras pede a compreensão dos moradores durante o período de interdição e reforça que equipes estarão monitorando o andamento das intervenções. A previsão é de que o tráfego seja retomado assim que as condições da estrutura forem consideradas seguras. LEIA MAIS:

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