Vídeo viraliza e transforma vida de família capixaba

Além dos seguidores, vieram presentes e apoios! Até um carro a família ganhou

Escrito por Redação

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Foto: Reprodução TV SIM/SBT

O que era para ser apenas uma ida comum ao supermercado se transformou em um momento inesquecível para uma família capixaba. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Dirlaine Caetano, ao lado do marido Elizeu e da filha Eloá, de apenas 7 anos, compartilha a alegria de realizar o que chamou de uma “compra de luxo”: sorvete, chocolate e espetinho de queijo — itens simples, mas que normalmente não cabem no orçamento da família.

Com uma renda modesta, sustentada até então pelo salário de Elizeu como operador de empilhadeira, a família sempre precisou calcular cada centavo antes de encher o carrinho. Mas naquele dia do vídeo, a emoção falou mais alto — e a gravação, feita com o celular viralizou. Em menos de 24 horas, o vídeo já acumulava quase 8 milhões de visualizações.

A repercussão foi tanta que a vida da família começou a mudar. O número de seguidores nas redes sociais saltou de menos de 900 para mais de 80 mil.

“Foi tudo muito espontâneo, eu nunca ia imaginar que teriam tantas mensagens, seguidores e visualizações. Nunca imaginei chegar nesse nível. Você consegue ganhar dinheiro na plataforma, não é muito, mas vamos um ajudando o outro e vamos conseguindo conquistar nossas coisas”, conta Dirlaine, que agora se identifica como influencer.

Além dos seguidores, vieram presentes e apoios. A marca do sorvete escolhido por Eloá entrou em contato com a família, fãs passaram a fazer doações, e até um carro a família ganhou.

“No segundo dia a gente já foi passear, fomos lá ver o Buda (estátua gigante em Ibiraçu). Foi muito legal, não imaginava que as coisas iriam acontecer tão rápido, que eu ia poder viajar com a família. O carro foi a primeira coisa que ganhamos e tem muita coisa ainda pra chegar. Estamos muito felizes”, conta Dirlaine.

Com o sucesso, Elizeu decidiu sair do emprego para se dedicar aos vídeos ao lado da esposa, mas disse que mantém o pé no chão.

“É diferente, é uma liberdade que a gente tem, mas não sei até onde ela vai. Se essa liberdade acabar e eu tiver que voltar a trabalhar, não tem problema. Eu tenho profissão, experiência na área e vou continuar mantendo minha casinha, meu carrinho. Nós somos muito gratos a tudo que já conquistamos”, disse Elizeu.

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  • Com informações de Américo Soares, da TV SIM/SBT

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