Política

Veja como pode ficar a dança das cadeiras no governo Bolsonaro

O Presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pressionado pelo Congresso, o presidente Jair Bolsonaro surpreendeu a todos nesta segunda-feira, 29, com uma reforma ministerial. Nem tudo foi oficializado, mas em apuração com interlocutores palacianos e nos ministérios, o troca-troca na Esplanada tem como objetivo principal abrir espaço para o Centrão.

A Secretaria de Governo, hoje sob o comando de Luiz Eduardo Ramos, iria para o Congresso. O nome mais forte, no momento, é o da deputada e presidente da Comissão Mista de Orçamento, Flávia Arruda (PL-DF).

No Ministério da Justiça, entraria o delegado federal Anderson Torres, atual Secretário de Segurança do Distrito Federal. André Mendonça, atual ministro, voltaria para a AGU, hoje ocupada por José Levi.

O pontapé foi dado com a saída de Ernesto Araújo do Itamaraty. O nome do embaixador do Brasil em Paris, Luiz Fernando Serra, continua circulando, mas muito mais forte está o embaixador Carlos França, chefe da assessoria da Presidência.

Em seguida, Fernando Azevedo e Silva anunciou que estava deixando a Defesa. Foi demitido pelo presidente. Bolsonaro deve colocar Braga Netto, atual ministro da Casa Civil, no lugar.

Com isso, ocorre uma troca no Planalto: Luiz Eduardo Ramos sai da Secretaria de Governo para substituir Braga Netto. É aí que entraria um nome do Centrão.

Estadão