Três serpentes são resgatadas em áreas urbanas de Alegre

Ocorrências foram registradas em diferentes bairros e mobilizaram equipes de resgate ao longo do fim de semana.

Escrito por Redação

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

Duas jiboias foram resgatadas nos bairros Nova Alegre e Colina, no município de Alegre, no Norte do Espírito Santo, na última sexta-feira (27). As serpentes estavam em locais de difícil acesso, o que exigiu esforço e técnica da equipe responsável pela captura.

De acordo com os profissionais que atuaram na ocorrência, os animais pertencem à espécie Boa constrictor (jiboia), uma cobra não peçonhenta, de comportamento geralmente pacífico, mas que pode reagir de forma agressiva quando se sente ameaçada. Sua alimentação é composta, principalmente, por aves e pequenos mamíferos.

Especialistas destacam que a jiboia desempenha um papel fundamental no equilíbrio do ecossistema, contribuindo para o controle de populações de roedores. As autoridades também reforçam a importância de manter quintais e terrenos limpos.

Em caso de encontro com animais silvestres, a orientação é não tentar capturá-los sem o devido conhecimento. A população deve acionar a Defesa Civil ou a Polícia Militar Ambiental do município.

Maus-tratos a animais são considerados crime no Brasil, conforme a Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais). A legislação prevê sanções penais e administrativas, com penas que variam de três meses a um ano de detenção, além de multa. Práticas como caça, tráfico, cárcere e mutilação de animais silvestres também são enquadradas como crimes ambientais.

Cobra é encontrada em telhado

Já no sábado (28), uma cobra preta, conhecida popularmente como “cobra limpa-mato”, foi encontrada no telhado de uma residência, também em Alegre.

O animal é da espécie Pseudoboa nigra, popularmente chamada de muçurana. Bastante comum, essa serpente possui alimentação variada, podendo consumir moluscos, pequenas aves, anfíbios, mamíferos de pequeno porte e até outras cobras, incluindo espécies peçonhentas, como coral e jararaca.

Apesar do porte, que pode chegar a até três metros de comprimento na fase adulta, a muçurana não representa perigo para humanos e é considerada inofensiva.

Conteúdo colaborativo
Jornalista Samuel de Fraga

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