Vila Velha planta 7 mil mudas para recuperação da restinga
Escrito por Rodrigo Gonçalves

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Projeto teve foco principalmente a praia de Itaparica, em Vila Velha. Foto: Freepik
Projeto teve foco principalmente a praia de Itaparica, em Vila Velha. Foto: Freepik
Mais de quatro anos após o início do Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a restinga da Praia de Itaparica, em Vila Velha, voltou a florescer. O trecho litorâneo ganhou um novo visual, com o plantio de 7.775 mudas, distribuídas entre 18 espécies nativas. A iniciativa é da Grand Construtora, responsável também pela manutenção contínua do espaço. Desde 2021, a empresa já restaurou mais de 1,25 km de vegetação da orla. A área foi dividida em 20 lotes, que passaram por cercamento, limpeza de espécies invasoras, adubação e controle de pragas. Entre as espécies que agora compõem a paisagem estão bromélia, aroeira, gravatá, ipomea e feijão da praia. Além de enriquecer visualmente o espaço, essas plantas têm função essencial para o ecossistema costeiro. A restinga atua como barreira natural contra a erosão. Ela protege o solo da força das marés e da água das chuvas. Além disso, ajuda a manter a areia firme e abriga uma rica biodiversidade. Espécies de cactos e gramíneas fazem parte desse ambiente, que também serve como ponto de desova para tartarugas. Ao recompor o ecossistema da restinga, o projeto garante mais do que paisagens bonitas: preserva a vida selvagem e reforça a defesa natural do litoral. A ação é permanente, e os cuidados com a área seguem ativos para assegurar a regeneração plena do espaço.

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