
Casos graves e óbitos associados
O mais recente boletim epidemiológico das síndromes gripais aponta que o rinovírus está presente em metade dos casos graves de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) registrados no período analisado. Além disso, um óbito infantil foi notificado com codetecção de rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Embora o rinovírus costume causar sintomas leves, como coriza, tosse e dor de garganta, há risco de evolução para quadros mais graves. Crianças pequenas estão entre os grupos mais suscetíveis.Sem vacina, prevenção é o caminho
Por se tratar de um vírus para o qual ainda não há vacina, os cuidados preventivos são fundamentais para reduzir a transmissão. A médica Mariana Ribeiro Macedo, da Vigilância da Influenza e Meningites, alerta para a alta transmissibilidade do rinovírus e reforça a importância da higiene e do uso de máscara por pessoas sintomáticas. Entre as principais recomendações estão:- Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel;
- Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos sujas;
- Usar máscara ao apresentar sintomas respiratórios;
- Utilizar lenços descartáveis e descartar corretamente;
- Manter os ambientes ventilados e evitar aglomerações;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres;
- Manter hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e hidratação.


