Dia a Dia
Retirada de produtos tóxicos do rio deve ser feita em abril
Escrito por Agência Brasil em 22 de janeiro de 2025
A retirada das bombonas de agrotóxicos que caíram no rio Tocantins, com a queda da ponte Juscelino Kubitschek, na BR-226, entre Estreito, no Maranhão, e Aguiarnópolis, no Tocantins, deve acontecer no fim de abril, segundo informou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Na queda, duas carretas com ácido sulfúrico e uma com agrotóxicos caíram com a ponte e ficaram a uma profundidade de mais de 40 metros. Bombona é uma frasco bojudo destinado ao transporte e armazenamento de gases e produtos químicos
Segundo o Ibama, a retirada decorre do aumento no volume da vazão do rio por conta da abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Estreito (UHE), operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste). O aumento no volume e, consequentemente na correnteza do rio Tocantins, inviabiliza a realização de mergulhos.
“Considerando as dificuldades relacionadas à profundidade do rio no local do acidente – mais de 40 metros, a vazão de água, visibilidade entre outros aspectos – estimou-se a necessidade de 145 dias de mergulhos para a retirada de todo o material do leito do rio, conforme indicado no Plano de Mergulho da Empresa Port Ship, contratada pela Ambipar [Ambipar Participações e Empreendimentos S/A] para a atividade”, informou o Ibama nessa terça-feira (21), por meio de sua assessoria de comunicação.
Dos caminhões que caíram no rio Tocantins com o colapso da ponte, dois transportavam ácido sulfúrico, totalizando 76 toneladas do produto, e um levava 22 mil litros de agrotóxicos: Carnadine, Pique 240SL e Tractor.
Para a operação de resgate, as companhias transportadoras de produtos perigosos e a empresa dona da carga de agrotóxicos contrataram empresas de resposta a emergências químicas.

Segundo o Ibama, a retirada decorre do aumento no volume da vazão do rio por conta da abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Estreito (UHE), operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste). O aumento no volume e, consequentemente na correnteza do rio Tocantins, inviabiliza a realização de mergulhos.
“Considerando as dificuldades relacionadas à profundidade do rio no local do acidente – mais de 40 metros, a vazão de água, visibilidade entre outros aspectos – estimou-se a necessidade de 145 dias de mergulhos para a retirada de todo o material do leito do rio, conforme indicado no Plano de Mergulho da Empresa Port Ship, contratada pela Ambipar [Ambipar Participações e Empreendimentos S/A] para a atividade”, informou o Ibama nessa terça-feira (21), por meio de sua assessoria de comunicação.
Dos caminhões que caíram no rio Tocantins com o colapso da ponte, dois transportavam ácido sulfúrico, totalizando 76 toneladas do produto, e um levava 22 mil litros de agrotóxicos: Carnadine, Pique 240SL e Tractor.
Para a operação de resgate, as companhias transportadoras de produtos perigosos e a empresa dona da carga de agrotóxicos contrataram empresas de resposta a emergências químicas.