
Veículo clonado levou à identificação
O crime foi cometido com um Fiat Pulse cinza clonado, encontrado abandonado próximo à alça da Terceira Ponte, em Vitória. Imagens do cerco eletrônico mostraram que o carro chegou ao Espírito Santo em 30 de maio, vindo de Minas Gerais, com outra placa. A perícia identificou impressões digitais que ajudaram a localizar Arthur Laudevino, preso em 17 de junho. Durante o interrogatório, ele confessou ter dirigido o veículo no dia do crime e indicou os demais envolvidos. Eferson Alves se apresentou à polícia no dia 23 de junho e também admitiu participação.Luxo e ostentação com dinheiro desviado

Execução planejada
O plano inicial previa que o crime ocorresse enquanto o mandante estivesse fora do país. Com mudanças na agenda da vítima, os executores aguardaram o retorno de Wallace. No dia 9 de junho, Arthur Laudevino estacionou o veículo próximo à empresa, enquanto Arthur Neves, no banco traseiro, aguardava. Ao ver o empresário sair, o atirador disparou. Após o crime, o carro foi abandonado e os suspeitos fugiram em outro veículo, seguindo para o Norte do estado e depois para a Bahia.Pagamentos aos envolvidos

Próximos passos
Com a motivação financeira confirmada, a investigação segue para o bloqueio dos bens dos envolvidos e a recuperação dos valores desviados. Bruno Nunes permanece foragido, e informações podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181.Réus no processo:
Bruno Valadares de Almeida – apontado como mandante (preso) Bruno Nunes da Silva – intermediário e organizador logístico (foragido) Arthur Laudevino Candeias Luppi – motorista (preso) Arthur Neves de Barros – executor (preso) Eferson Ferreira Alves – intermediador (preso)


