Caso Vitória: Patrícia Poeta é criticada após revelar suspeito e chocar pai de vítima ao vivo
Escrito por Rodrigo Gonçalves

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Patrícia Poeta deu detalhes ao vivo ao pai de Vitória sobre o assassino da filha. Foto: Reprodução
Patrícia Poeta deu detalhes ao vivo ao pai de Vitória sobre o assassino da filha. Foto: Reprodução
A apresentadora Patrícia Poeta virou alvo de críticas nas redes sociais nesta sexta-feira (07) ao revelar, ao vivo, quem seria o suspeito do assassinato de Vitória Regina de Souza, de 17 anos. A informação foi dada durante o programa Encontro, enquanto o pai da jovem participava da entrevista. O homem ficou visivelmente abalado e afirmou que ainda não havia sido informado pela polícia sobre o avanço da investigação. O momento gerou grande repercussão e criou um clima de tensão na transmissão.

Críticas

Internautas criticaram a abordagem e acusaram a jornalista de sensacionalismo. “Patrícia Poeta, sem qualquer respeito ou empatia, revelou ao pai de Vitória, em rede nacional, o desfecho do caso e o nome do assassino da jovem brutalmente decapitada.”, escreveu um internauta. Outras pessoas relembraram o caso Elóa, em 2008, quando a apresentadora Sônia Abrão fez ligações para o sequestrador da adolescente ao vivo. “Não existe ética, lamentável é que gente assim possui carreira duradoura”, criticou uma usuária no X.

Caso Vitória

A adolescente Vitória Regina de Souza, de 17 anos, foi encontrada morta em 5 de março, em uma área rural de Cajamar, na Grande São Paulo. O corpo, em avançado estado de decomposição, apresentava sinais de tortura e estava decapitado. Vitória desapareceu em 26 de fevereiro, após sair do trabalho. Imagens de câmeras de segurança mostram a jovem chegando a um ponto de ônibus e embarcando no transporte público. Antes disso, enviou áudios a uma amiga relatando que homens suspeitos a observavam no local. No ônibus, ela mencionou que dois desses homens subiram e um sentou atrás dela. Já perto de casa, Vitória enviou uma última mensagem dizendo que eles não haviam descido com ela. “Tá de boaça”, escreveu. Foi seu último contato. A família reconheceu o corpo por tatuagens e um piercing. A Polícia Civil investiga pelo menos sete suspeitos. Segundo o delegado Aldo Galiano Junior, o crime pode ter sido motivado por vingança.

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