
Golpe usava imagens de crianças doentes
De acordo com o delegado Brenno Andrade, o casal confessou o crime e revelou que essa não foi a única vez. Eles admitiram ter criado ao menos sete campanhas falsas, todas envolvendo imagens de crianças com graves problemas de saúde. Segundo o delegado, os criminosos chegaram a bloquear as páginas oficiais das famílias das vítimas para dificultar a identificação da fraude. O casal também informou que começou a aplicar os golpes em 2022. Um dos suspeitos disse trabalhar como empresário e dono de uma lanchonete. A mulher afirmou ser cuidadora de idosos.

