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Fenômeno não traz riscos como os boatos dizem na internet e não será visível no Brasil
Escrito por Redação em 16 de fevereiro de 2026
Circula nas redes sociais a informação de que a Terra enfrentará um “apagão global” nesta terça-feira (17). No entanto, a previsão alarmista não procede. O que ocorrerá é o primeiro eclipse solar anular de 2026.
Apesar do apelido que viralizou, o fenômeno não representa risco à população. Além disso, não há qualquer impacto no fornecimento de energia ou nos sistemas de comunicação.
O eclipse solar anular é um evento astronômico natural. Ele acontece quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, mas em um ponto mais distante da órbita.
O termo “apagão global” é considerado incorreto. Isso porque o fenômeno não provoca interrupções elétricas nem falhas tecnológicas. Além disso, trata-se de um evento previsível e monitorado por observatórios astronômicos. Portanto, não há motivo para preocupação.
Outro ponto importante é a visibilidade. O eclipse não poderá ser visto do Brasil. Segundo o Observatório Nacional, vinculado ao Ministério da Ciência, o fenômeno será observado apenas em áreas mais próximas da Antártida e em partes da África e da América do Sul.
O eclipse solar anular ocorre quando a Lua não cobre totalmente o disco solar. Como resultado, forma-se um círculo luminoso ao redor da silhueta lunar. Esse efeito visual é conhecido como “anel de fogo”. Embora impressionante, ele dura poucos minutos.
O evento será o primeiro eclipse solar de 2026. No entanto, um novo fenômeno semelhante está previsto para 6 de fevereiro de 2027. Nesse caso, haverá possibilidade de observação no Brasil.
Apesar dos boatos nas redes sociais, o eclipse solar anular é apenas um espetáculo da astronomia, sem qualquer ameaça à população.