
Votação secretíssima
Uma novidade é que, dessa vez, por decisão colegiada dos atuais desembargadores, sob a presidência do desembargador Samuel Meira Brasil Jr., a votação no Pleno será secreta. Já foi assim, também, na formação da lista tríplice que seguiu para o governador, no dia 10 de abril, para provimento da vaga da classe dos advogados que ficou com Puppim. E será assim também, em outubro, na eleição do futuro ou futura presidente do TJES. De meados da década passada até este ano, por determinação do CNJ, as votações eram todas abertas. Recentemente, a regra tem sido flexibilizada.A despedida de Simões
Carlos Simões Fonseca entrou no TJES, por merecimento, em 2009. Aposentou-se este ano após quase 40 de atividade na magistratura. Antes de se tornar juiz de Direito, foi oficial da Polícia Militar, advogado e promotor de Justiça. No TJES, foi ouvidor judiciário (2010/2013), presidente da comissão para elaboração do anteprojeto do Código de Ética (2014), membro do Conselho da Magistratura (2015/2017), vice-corregedor (2019/2021) e corregedor de Justiça (2021/2023).