

Quem já faz parte da VinES
O projeto conta, inicialmente, com a produção das vinícolas Tabocas (de Santa Teresa), Carrereth (da Pedra Azul) e Cave Rara (Da Quinta dos Manacás, em Venda Nova do Imigrante). Em comum, elas adotaram as mudanças necessárias para cultivar Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e até Alvarinho nas serras capixabas. Isso é bem complexo porque o clima e o solo do Espírito Santo estão bem distantes daqueles encontrados nas regiões do Douro, de Rioja, de Mendoza ou Bento Gonçalves, para citar um exemplo mais próximo. Por isso a solução foi adotar técnicas como a dupla poda das videiras e a colheita no inverno (nas regiões mais tradicionais, ocorre no verão). Os resultados têm sido surpreendentes. O Sauvignon Blanc assinado por Rodolpho Carrereth está em um patamar comparável ao de vinhos brancos feitos com essa uva em vales de produção nobre no Chile. O Alvarinho de Vinicius Corbellini tem alcançado grande número de fãs, e assim sucessivamente. Há várias questões a serem resolvidas. A principal delas talvez seja o volume de produção. Na noite de lançamento da VinES, no dia 30, no Hotel Senac, a Cave Rara apresentou seu Sauvignon Blanc. O vinho provocou curiosidade. E logo alguém perguntou sobre quantas garrafas haviam sido produzidas. “Exatas 106 garrafas”, respondeu Gustavo Vervloet, responsável pela vinícola.





