Segurança
Soldado da PM é preso suspeito de matar homem durante discussão por pino de cocaína no ES
Escrito por Rodrigo em 09 de agosto de 2022
O soldado de Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), Lucas de Figueiredo Pereira, de 36 anos, foi preso por suspeita de ter assassinado um homem durante uma briga em um bar. Segundo as investigações da PMES, a discussão foi motivado por uma cobrança da vítima por um pino de cocaína usado pelo acusado.
O suspeito foi preso pela Divisão de Homicídio e Proteção0 à Pessoa (DHPP) da Serra no dia 8 de julho. As imagens foram divulgadas nesta terça-feira (9) é possível ver o PM com as armas em mãos saindo do local.
A ação foi realizada em conjunto com a Corregedoria da PMES, mas foi divulgada nesta segunda (8), um mês depois. Com ele, foi apreendida a arma utilizada no crime: uma pistola .40 da corporação.
A DISCUSSÃO
As diligencias apontaram que Lucas chegou no bar, pediu um copo de whisky e depois pegou o pino da droga que estava em cima da bancada. Logo depois, ele se dirigiu ao banheiro, onde segundo a equipe policial, fez uso do pó da substância química e quando ele saiu do cômodo, a vítima foi cobrar. “Ele era o dono do pino, mas Lucas não gostou de ser cobrado e então começou a ofender a vítima o chamando de “zóio morto” e “cachorro morto”, por ele ter uma deficiência”, informou o delegado Rodrigo Sandi Mori.
Depois da discussão, Mori afirmou que eles entraram em luta corporal e o soldado jogou a vitima no chão. Ainda segundo o delegado nesse momento ele pegou a arma e colocou na costela e fez um único disparo que resultou na morte desse outro homem.
“No inquérito foram juntados varias ocorrências de que aquele estabelecimento funciona como ponto de tráfico de drogas, ele já pertenceu ao PME quando entrou na PMES, tem condecorações, mas nos últimos anos começou a se envolver em ocorrências no seu período de folga e se intensificou nos últimos 26 dias. Isso fez com que representássemos contra ele pela prisão temporária diante do vasto histórico de ocorrência. O local também é incompatível com o cargo q ele ocupa, e ele não tem condições de responder em liberdade”, finalizou Mori.