Segurança
Corpo de taxista que desapareceu em Alegre é encontrado em Muqui
Escrito por Yasmin Baier em 03 de setembro de 2024
Foi encontrado na noite desta segunda-feira (2), no município de Muqui, o corpo do taxista Jamiro Alberto da Silva, de 77 anos, que desapareceu na última terça-feira (27) quando saiu para atender uma corrida de Alegre para Cachoeiro de Itapemirim.
De acordo com informações da Polícia Civil, uma perícia será feita no local e depois o corpo será encaminhado à Regional de Medicinal Legal (SML) de Cachoeiro de Itapemirim para ser necropsiado e posteriormente liberado aos familiares.
Mais informações serão repassadas posteriormente.
Suspeito de envolvimento no caso foi preso em Alegre
Um homem de 25 anos foi preso, na tarde da última quarta-feira (28), em Alegre, no Sul do Estado, suspeito pelo desaparecimento do taxista Jamiro Almiro da Silva. O veículo utilizado pelo motorista foi encontrado queimado em uma estrada entre Cachoeiro de Itapemirim e o município de Muqui.
Segundo a família do taxista, o idoso desapareceu na terça-feira (27), quando saiu para um atendimento. O homem preso pela polícia teria sido a última pessoa a ter contato com o motorista de táxi.
As investigações apontam que o suspeito e a esposa embarcaram no veículo de Jamiro em Alegre por volta das 15h da terça-feira e seguiram para Cachoeiro de Itapemirim e, posteriormente, para Muqui.
Em depoimento, o suspeito disse que, ao chegar em Muqui, ele deixou a esposa na casa da sogra e, em seguida, foi com o irmão, de 19 anos, até um local próximo para comprar cigarros ou fraldas para o bebê.
“Segundo a versão do suspeito, após essas paradas, o taxista deixou ele e o irmão na estrada e, então, retornou. Eles voltaram para a casada sogra, e não tiveram mais contato com o taxista”, destacou a polícia em nota.
Porém, de acordo com o chefe da 6ª Delegacia Regional de Alegre, delegado Fábio Teixeira Machado, há fortes indícios de que o homem tem envolvimento no desaparecimento do motorista.
A esposa do suspeito chegou a ser ouvida, mas foi liberada, já que, até o momento, não há indícios suficientes para afirmar sua participação no caso. O segundo suspeito, irmão do detido, está foragido e ainda não foi localizado.