Hospital do Espírito Santo realiza quatro transplantes em um dia

Cirurgias mobilizaram equipes e garantiram nova chance a pacientes na fila por órgãos

Escrito por Redação

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Hospital Evangélico de Vila Velha
Hospital Evangélico de Vila Velha. Foto: Divulgação

Quatro transplantes foram realizados no mesmo dia no Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV), em um movimento que mobilizou equipes médicas e logística para atender pacientes que aguardavam na fila por um órgão.

Foram feitos um transplante de coração, um de fígado e dois de rim, beneficiando uma mulher de 37 anos, um homem de 75 e outros dois pacientes, de 61 e 64 anos. Cada procedimento exigiu atuação coordenada de profissionais de diferentes áreas, com atenção ao tempo de cada etapa, que é determinante para o sucesso das cirurgias.

Força-tarefa no centro cirúrgico

Mais de 20 profissionais participaram diretamente dos transplantes, entre médicos, enfermeiros e equipes de apoio. A operação envolveu desde a captação até a realização das cirurgias.

O coordenador do programa de transplante hepático do hospital, Dr. Francisco Nolasco, explica que o resultado depende de uma estrutura integrada. Ele afirma que “cada transplante envolve uma engrenagem complexa, que começa na doação e passa por diversas equipes até chegar ao centro cirúrgico” e que a realização de quatro procedimentos no mesmo dia mostra a capacidade da equipe.

Equipe HEVV
Equipe HEVV. Foto: Divulgação

Logística e tempo decisivo

O transporte dos órgãos foi feito com apoio do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (Notaer), o que permitiu que os procedimentos fossem realizados dentro do tempo necessário.

A agilidade nesse processo é um dos fatores que influenciam diretamente no sucesso dos transplantes, já que os órgãos precisam ser implantados em um intervalo específico.

Papel da doação

A coordenadora do Centro Transplantador do HEVV, Samara Ferreira, destaca que os procedimentos só são possíveis a partir da decisão de doar. Ela afirma que “é um processo que depende de solidariedade e de conscientização” e que cada doador pode beneficiar mais de uma pessoa.

Segundo Samara, o trabalho da equipe é estar preparada para transformar a doação em atendimento a quem aguarda na fila.

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