
Robôs colaborativos
Além da Romi, outras marcas apresentam soluções que já fazem parte da realidade de fábricas e siderúrgicas. A paulista DSM, por exemplo, expõe células robóticas de solda, enquanto a Fluidvix, em parceria com a Omron, mostra o funcionamento de um robô colaborativo, que trabalha lado a lado com pessoas sem oferecer risco de acidentes. “O robô pode transportar produtos, colocá-los em caixas e até parafusar placas. A ideia é evitar que o ser humano repita movimentos que podem causar lesões”, explica Vinicius Vidotti, gerente de vendas da Omron. Segundo ele, as aplicações são diversas. “Pode ser usado na indústria de alimentos, bebidas, farmacêutica, cosméticos, automotiva e até na cimenteira, onde ajuda a movimentar sacos de cimento. Com isso, reduzimos o esforço físico dos trabalhadores e os riscos ocupacionais”, afirma.Indústria 4.0 é realidade no ES
Outro exemplo de inovação pode ser visto no estande do Senai, que simula uma esteira de produção da Indústria 4.0. Com uso de QR Code e comando via celular, o visitante escolhe o tamanho e a cor de um produto. Em seguida, o sistema robótico entra em ação, monta a peça e, ao final, uma câmera inteligente verifica se tudo foi feito corretamente — tudo isso sem interferência humana. Essa integração entre tecnologia e produção é uma das principais apostas do setor. A proposta é otimizar processos, reduzir erros e aumentar a eficiência nas linhas de montagem.Tecnologia também chega às salas de aula



