
“Vou ajudar a construir a candidatura de Pazolini em Vila Velha. Onde eu puder abrir portas para ele, eu vou fazer.”Hoje, de fato, o grupo de Pazolini, coordenado por Erick Musso e concentrado no Republicanos, carece de um aliado com expressão política no município governado por Arnaldinho. O partido, aliás, está na base do prefeito de Vila Velha. Tem um vereador na cidade, o pastor licenciado Devanir Ferreira, que é não só aliado de Arnaldinho como o líder dele na Câmara. Também há um deputado estadual do Republicanos com votos na cidade: o médico Hudson Leal. Mas este já declarou que, onde Pazolini estiver, ele estará do lado oposto. Assim, Bruno Lorenzutti chega ao Republicanos determinado a preencher esse vazio, em prol do “Projeto Pazolini”. Definindo-se como um “ajudador”, pretende operar como um facilitador e um cabo eleitoral para o prefeito de Vitória – atenção: nos domínios políticos de Arnaldinho. Como? Não só pedindo votos para Pazolini, mas fazendo a mediação entre ele e líderes políticos e religiosos do seu lado da Baía de Vitória. Bruno declara-se pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos. Fará campanha casada com a de Pazolini para governador – isto, é claro, se o prefeito de Vitória realmente concorrer, mas cada vez restam menos dúvidas com relação a este ponto. “Hoje o Pazolini não tem um grande líder para chamar de seu em Vila Velha. Não que eu seja um grande líder. Com muita humildade, digo que sou só um ‘ajudador’ de projetos coletivo. Chego para ajudar a abrir portas para Pazolini em Vila Velha. Meu objetivo é, sim, ajudar a pavimentar a candidatura de Pazolini na cidade, levando meu grupo a apoiá-lo, conversando com lideranças políticas e religiosas. Farei campanha casada com ele. Onde eu abrir portas para mim, o Pazolini estará também. Sou somente um ser político na cidade. Sei do meu tamanho. Mas farei minha parte para ajudá-lo em Vila Velha.”