Voo paramotor revela ilha paradisíaca e cheia de mistérios

Voo sobre a Ilha dos Franceses, em Itapemirim, expõe beleza natural, presença de serpentes raras, curiosidades históricas e o contraste entre turismo e preservação ambiental

Por ES360
Paramotor revela ilha paradisíaca e cheia de mistérios em Itapemirim. Foto: Reprodução

Um voo de paramotor revelou, do alto, uma das paisagens mais impactantes do litoral capixaba. A Ilha dos Franceses, em Itapemirim, apareceu em imagens aéreas que destacam o contraste entre o mar verde-esmeralda, as formações rochosas e a vegetação preservada. O vídeo, compartilhado no perfil Resiliência Trips, ultrapassou 21 mil curtidas e chamou atenção nas redes sociais.

Conhecida também como Ilha das Cobras, a área é considerada um dos pontos naturais mais singulares do Espírito Santo, tanto pela paisagem quanto pelas características ambientais.

História e origem do nome

A Ilha dos Franceses recebeu esse nome por causa de uma invasão ocorrida em 1555. Na época, o local serviu como base de apoio para franceses no litoral capixaba. Ainda existem vestígios desse período, como marcas atribuídas a disparos de balas de canhão, segundo registros históricos.

Curiosidades e lendas

Entre as histórias mais conhecidas está a da Gruta do Judeu. A lenda aponta a existência de uma passagem secreta em uma fenda na parte traseira da ilha, que ligaria o local ao Monte Aghá. Há também relatos sobre tesouros escondidos. Até hoje, nenhuma dessas histórias foi comprovada.

A ilha tem cerca de 900 metros de comprimento por 200 metros de largura, totalizando pouco mais de dois mil metros quadrados. A área é preservada e monitorada pela Marinha. No local, funciona um farol construído em 1730, com 12 metros de altura, que segue em atividade.

Acesso e visitação

A Ilha dos Franceses fica a aproximadamente 4 quilômetros da costa de Itapemirim. O acesso mais comum ocorre a partir das praias de Itaoca e Itaipava. Escunas, canoas havaianas, lanchas e jet skis fazem o trajeto, que dura cerca de 20 minutos. A orientação é manter distância da ilha e respeitar as regras ambientais durante os passeios.

O registro aéreo reforça o impacto visual do local, mas também evidencia a necessidade de preservação de um dos ambientes mais singulares do litoral do Espírito Santo.

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