Em alerta máximo para a chegada do ciclone Yakecan em território gaúcho, as autoridades monitoram de perto a trajetória do fenômeno e as informações sobre as forças do vento que vão atingir o Rio Grande do Sul nesta terça-feira. Os modelos meteorológicos são gerados a partir de supercomputadores, atualizados em períodos específicos de tempo.

Nesta segunda-feira, ao confirmar a gravidade do cenário e alertar para a necessidade de adoção de medidas de contenção, a Defesa Civil Nacional confirmou que fará boletins a cada 12 horas com a atualização do avanço do ciclone. Serão estas atualizações que poderão confirmar se o ciclone vai evoluir para um furacão.

Todo o furacão é um ciclone tropical, mas nem todo ciclone tropical é um furacão. Entre outros aspectos, os requisitos que podem diferenciar os níveis de gravidade do fenômeno estão relacionados à força dos ventos sustentados, ou seja, registrados de maneira constante em determinada localidade e não apenas as rajadas. Neste contexto, ventos sustentados entre 30 km/h e 60 km/h indicam uma depressão tropical. Entre 60 km/h e 120 km/h, uma tempestade tropical. Apenas se a força do vento ultrapassar 120 km/h ele sobe para a categoria de furacão.