Ciclopassarela que liga Resistência a Nova Palestina, na Grande São Pedro, em Vitória

Ciclopassarela que liga Resistência a Nova Palestina, na Grande São Pedro, em Vitória. Foto: Marcos Salles

Vitória ganhará neste sábado (6) um novo cartão postal. Será inaugurado o primeiro trecho da ciclopassarela que liga Resistência a Nova Palestina, na Grande São Pedro. A obra faz parte da segunda etapa da requalificação da orla da região, dentro do projeto Vitória de Frente para o Mar. A estrutura conecta também os bairros Santo André e Redenção, criando um percurso mais seguro para pedestres e ciclistas. O investimento total nessa fase é de R$ 107,7 milhões, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Transformação da orla

No total, são 4,04 quilômetros de vias, entre ciclopassarela e ruas requalificadas que margeiam o mangue. Até agora, 40% do empreendimento foi executado. A primeira etapa, concluída em julho de 2024, contemplou a requalificação da orla de São Pedro e da Ilha das Caieiras. Foram 1.160 metros revitalizados ao custo de R$ 96 milhões. Com isso, o investimento na Grande São Pedro já ultrapassa R$ 200 milhões.
Visita às obras da nova orla de Resistência, em Vitória

Visita às obras da nova orla de Resistência, em Vitória. Foto: Marcos Salles

Projeto Vitória de Frente para o Mar

O programa tem como meta redesenhar a orla de Vitória com calçadas, ciclovias, píeres, atracadouros, jardins e mobiliário urbano. A proposta inclui ainda a reforma de equipamentos públicos, melhorias de mobilidade e estímulo à economia local, com quiosques, restaurantes e pontos de pesca. “A Grande São Pedro está incluída nesta agenda de transformação. Estamos cuidando da mobilidade, da qualidade de vida e do incremento ao turismo”, afirmou o prefeito Lorenzo Pazolini.

Avanço social e mobilidade

Segundo a prefeitura, áreas antes degradadas por esgoto agora estão renovadas, seguras e abertas ao lazer. A região também recebe a escola Ronaldo Soares, projetada para substituir estruturas precárias conhecidas como “escolas de madeira”. A nova ciclopassarela elimina a necessidade de ciclistas passarem pela curva perigosa da avenida Serafim Derenze, conhecida como “curva da morte”. “O trajeto ficou mais fácil e seguro para trabalhadores e moradores”, disse Pazolini. Para João Batista, líder comunitário de Resistência, a entrega representa a realização de uma luta antiga: “Este é um grande sonho para a nossa comunidade, e se torna realidade”.
 
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