Calhas são potenciais locais de criadouros da dengue. Foto: Reprodução

Calhas são potenciais locais de criadouros da dengue. Foto: Reprodução

O Espírito Santo já registrou 38.580 casos notificados de dengue, 14.993 confirmados e dois óbitos, com 11 mortes em investigação só em 2024. Com esse aumento, é ainda mais importante que as pessoas fiquem atentas aos possíveis focos de doença dentro de casa. Todo mundo sabe que água parada é um ótimo local para que o mosquito deposite os ovos que futuramente irão ser novos vetores da dengue. Por isso, manter a limpeza de casa é uma das medidas mais eficazes para previnir a doença. Mas não é só isso. Verificar regularmente se não há acúmulo de água em vasos de plantas, pneus velhos, garrafas vazias, caixas d’água destampadas, entre outros recipientes é uma das principais dicas para eliminar os focos. É mportante realizar a limpeza de calhas e ralos, evitando que folhas e sujeiras se acumulem e obstruam o fluxo da água. Manter piscinas limpas e tratadas também é fundamental, pois são ambientes potenciais para a reprodução do Aedes aegypti. > Repelentes caseiros: veja receitas para espantar mosquito da dengue

Calhas

Potencial criadouro do mosquito, as calhas não podem passar despercebidas durante a limpeza das casas. Os ovos podem ficar até 450 dias no seco, ou seja, sobrevivem por mais de um ano esperando a próxima época das chuvas. Por isso, fazer a higienização da calha se torna algo tão necessário.

Caixa d’agua

A água que chega até as casas precisam estar livres de micro-organismos nocivos à saúde. Porém, existem pessoas que não deixam a caixa d’agua fechada corretamente, e a água acaba se tornando suja, também sendo um potencial criadouro do mosquito da dengue. Fazer a limpeza não é tão complicado, mas é necessário tomar cuidado com a segurança, já que nem sempre a caixa d’agua está em um local tão acessível. Deve-se usar somente água sanitária e nunca utilizar escovas ou palha de aço.