
A manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro na capital paulista fechou um trecho da avenida Brigadeiro Faria Lima no Largo da Batata sentido Avenida Rebouças, próximo ao metrô.
Manifestantes ocuparam parte da Praça que vai até o quarteirão da Igreja Paróquia Nossa Senhora de Monte Serrante.
A grande maioria dos manifestantes estava de máscara, mas ninguém respeitou o distanciamento de dois metros.
Há apenas um carro de som que é compartilhado com os líderes do ato; torcedores, líderes estudantis da UNE e ativistas do Conlutas (ligado ao Psol).

Em outro ponto da cidade, um grupo de manifestantes a favor de Bolsonaro se reuniu na esquina da Avenida Paulista com a Rua Pamplona, próximo ao prédio da Fiesp. Manifestantes carregavam faixas que pediam “intervenção militar” e com críticas ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
Com bandeiras do Brasil e do Estado de São Paulo, os manifestantes ficaram a maior parte do tempo sobre a calçada, na esquina, sem número suficiente para ocupar as faixas de trânsito. O tráfego de veículos na via não foi afetado entre 11h e 15h30.
Além de pedir “intervenção militar com militar no poder”, alguns manifestantes defendiam interesses de suas categorias profissionais. Duas pessoas carregavam uma faixa que pedia a reabertura de barbearias na cidade. Não houve registro de ocorrências policiais no movimento.

Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro uma multidão vestida de preto e usando máscaras de proteção contra tomou nesta tarde uma das pistas da Avenida Presidente Vargas, no centro, para protestar contra o racismo e a violência policial nas favelas da cidade. “Eu tô de preto, de favelado, que todo dia na favela é assassinado”, era um dos principais gritos de guerra durante o trajeto aberto pela faixa “As mães negras não aguentam mais chorar”.
O ato homenageou menores mortos nas favelas por policiais, como Ágatha Félix, no ano passado; João Pedro, morto este ano; Marcos Vinícius, em 2018; e Maria Eduarda, em 2019, além de lembrar o assassinato até hoje sem esclarecimento da vereadora Marielle Franco, há dois anos. Por volta das 16h, todos deitaram no chão simulando corpos mortos por policiais e gritaram a frase que ficou marcada nos protestos de todo mundo, “Vidas negras importam”. Quem ficou em casa, se manifestou pela janela. O ato terminou com os manifestantes sendo acompanhados durante toda a dispersão até a entrada do metrô. Leia mais em R7
https://noticias.r7.com/brasil/brasil-vive-novo-domingo-de-atos-a-favor-e-contra-o-governo-07062020





